Ah, esse Brasil de Brasis!
Somos um país continental. País da alegria, do futebol, do carnaval. É o que todos dizem. Também somos o país de um jeitinho próprio, o conhecido " jeitinho brasileiro", pura corrupção (reportagem de um programa da Rede Globo). E a boa notícia? Hum! Parece que nos visita de vez em quando. É o Brasil de Brasis, com suas culturas, suas falas, suas comidas típicas, seu folclore. E nós somos Brasis, quer dizer, a nossa região é um pedaço desse imenso Brasil de Brasis. E pelo visto, não nega a raça.
Só que por aqui as coisas são um pouco diferentes, meio complicadas, ou talvez bem complicadas. Pelo menos é o que se ouve por aqui. Mas, a culpa não é dessa gente, é que herdamos um passado temente. Um passado que insiste em acompanhar essa região. Até parece que faz parte da cultura desse povo bom e ordeiro.
Será que esse passado ainda existe ou é recreação? Aqui as pessoas estão tão acostumadas com notícias ruins que se violência, morte e a enrolação não estiverem presentes no noticiário do dia, nesse dia o noticiário não é bom, quer dizer, não presta. Talvez seja por que também somos Brasis, portanto, não somos diferentes do Brasil de Brasis. Aqui também notícia para fazer sucesso tem que ser ruim.
Talvez estejamos precisando de uma imprensa mais arrojada. Já que estamos numa região que parece ser bem complicada. E também precisamos nos desligar de um passado que nos faz parar no tempo, e não deixa que essa região acompanhe o seu potencial natural. E siga magestosa livremente para frente.
Se por um lado a nossa imprensa não tem demonstrado muita preocupação em mudar essa imagem de cidade violenta, por outro o público dessa região parece não estar lá se importando com essa situação não. E assim seguimos em frente, convivendo com essa situação calamitosa. De uma sensação de violência permanente, e a boa informação ausente, ou, quase ausente.
É claro que aqui há pessoas que tem prestado um excelente trabalho em prol da mudança. De um novo rumo para essa cidade. Rumo que lhe faça magestade. Obrigado a essas pessoas!
Portanto colegas estudantes do curso de jornalismo, temos uma grande tarefa pela frente. Promover o novo nessa região. Tirando o vício desse povo. Mudando a cara da informação dessa cidade chamada Imperatriz.
Crônica: Raimundo Nonato de Oliveira
Pauta: Rozany
Editor: Narcísio
Repórteres: Luis Carlos, Kaline Cunha, Ana Carine e Raimundo Nonato
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