

Pauta: Adenilson Silva, Ellyne Almeida, Chrystiane Martins, Renata Ribeiro,
Cartunista: Jadiel B. Reis
Como o tempo passa rápido! Faz três anos que ele nasceu e ainda não veio ao mundo, até agora esperamos para ver sua cara. Enquanto isso, os alunos se perguntam: "Cadê o nosso curso de comunicação?"
Para um curso de comunicação ele não nos transmite nada, para formação de jornalistas ele não cobre sequer uma pauta. Mas tudo bem! Vai ver que, provavelmente, isso não seja um problema da instituição, ela é pobre! Complô da oposição! Talvez sim, talvez não. Em meio a tantas especulações o mais absurdo é imaginar que os problemas surgem de questões político-socio-econômicas e umas rixas regionalistas banais. Que nada! Isso nunca existiu. Talvez o Maranhão não seja um Estado abençoado e antes de ter sido criado um porco, nosso solo deve ter pisado.
O cachorro late, o gato mia, a vaca muge, enquanto nosso curso de comunicação assiste emocionado à sinfonia dos grilos e dos sapos que é um belíssimo espetáculo por sinal. De uma coisa todos têm certeza: após a fundação do curso originou-se um enorme fluxo na BR porque o vai e vem dos professores é grande. Mas tudo bem, sem problemas. Sou imperatrizense e não desisto nunca. Como um macaco que não tem outro galho, assim me seguro firmemente na esperança de um dia ver minha cidade melhorar. Sou apenas um macaco em busca das bananas do conhecimento, mas o que até agora pude encontrar foi um sinal feito com os dois braços em cruzamento perpendicular. Foi o mais próximo que cheguei das bananas. Um símbolo de Ultraje e mais nada.
Tudo bem, já que os maranhenses são herdeiros do reino dos céus contanto que lá tenha um vasto terreno de babaçu para que as pobres catadoras nunca descansem. Pelo visto o Sarney não tem só máfia entre o céu e o inferno, vai ver que ele é o próprio deus e o diabo.
Também houve coisas boas durante esses três anos. A instauração do curso laçou a UFMA no mercado do entretenimento noturno de Imperatriz. O que mais poderia se esperar da junção entre engenharia e comunicação? Só farra mesmo! Mas é bom saber que de alguma forma estamos contribuindo para a melhoria de nossa renda per capita. Eu, ao menos, dando mais qualidade de vida para os vendedores de cachaça e reafirmando a indústria do "Beber, Cair e Levantar".
Por outro lado me orgulha muito lembrar nosso coordenador sempre muito compenetrado em seus joguinhos de computador. Não existe plástica mais bela do que observar o Capitão Caverna a se deleitar no baralho virtual, tecnologia e antiquário, lado a lado.
Enquanto isso, não vejo sinais de movimento intelectual sarais em vista que Imperatriz se mantêm como um corpo sem alma e na UFMA durante todos esses anos as pessoas só querem saber é quem foi que cagou esse "Tolete"!
Mas ainda há esperança visto que já se passaram os três longos anos, e a ressurreição?
Pauta, produção e edição:
Ricardo Magno e Vinícius Mendes
Expectativa para o Simpósio é positiva
Por Jornalismo III às 12:13 Marcadores: Opinativo 28 de nov. de 2008O curso de Comunicação Social com habilitação em Jornalismo do Campos II da Universidade Federal do Maranhão, sediado na cidade de Imperatriz, que iniciou suas tarefas oficiais em novembro de 2006, compreende que a presença do curso é importante para o desenvolvimento da instituição, e é mais uma opção para no âmbito do ensino superior na região Tocatinha.
No ano seguinte, novembro de 2007, juntamente com as comemorações de um ano do curso, criou-se um Simpósio de Comunicação com propósito de lançar para a comunidade acadêmica perspectivas na área, mostrando que na cidade há mercado de trabalho e produção acadêmica. Alunos vêem o evento como um elemento importante na construção curricular.
No entanto, uma greve de alunos em busca de melhores estruturas para a instituição, na época da realização do evento, causou na comissão responsável pela organização receio de que não fosse possível a realização do Simpósio, que acabou acontecendo e sendo muito produtivo. A ocasião permitiu que os alunos pudessem ter uma melhor compreensão sobre o curso.
Por conseqüência do "sucesso" do ano anterior, assim ressaltado pelo fato de não podermos esquecer os fatos elementares que quase puseram o prestígio do evento abaixo, esse ano toda a academia juntou-se novamente para promover mais um Simpósio de Comunicação, com os mesmos intuitos a progressão do curso na comunidade de Imperatriz.
Este ano, o diferencial está na exposição da história da Imprensa do Brasil. O II Simpósio terá como tema "Jornalismo e Memória" e os alunos farão exposições de trabalhos produzidos sobre a imprensa local, o que deixou os mesmos animados, já que puderam ter contatos com o mercado de trabalho.
As expectativas da comissão organizadora são positivas. São esperadas presenças ilustres da área de Comunicação. A idéia é que o evento seja propulsor para uma maior participação acadêmica dos alunos de Comunicação da UFMA de Imperatriz em eventos nacionais.
Repórter: Ângela Barros
Pauta: Karine Duarte
Editora: Alanna Ferreira
Curso de Jornalismo começa a moldar o mercado de trabalho em Imperatriz
Por Jornalismo III às 11:19 Marcadores: Interpretativo, MatériaA primeira turma de jornalismo da Universidade Federal do Maranhão (UFMA) será formada daqui a dois anos e o mercado de trabalho tem grandes expectativas em relação a esses novos profissionais. Antes mesmo dessa formação algumas empresas já oferecem estágios aos futuros jornalistas.
A TV Mirante, uma das primeiras emissoras a atuar em Imperatriz, desde a sua fundação já treinava seus funcionários nas emissoras da Rede Globo no Rio de Janeiro, São Paulo e no Recife (PE). "Agora é uma exigência da empresa, ter profissionais com graduação em jornalismo e até dos profissionais antigos que não tinham essa formação agora está sendo exigida. Na empresa, somente uma pessoa atua sem graduação e dois estão em processo de formação. E com a graduação dos primeiro alunos de comunicação vai melhorar a contratação", ressaltou o diretor de jornalismo da TV Mirante de Imperatriz, Antônio Cardoso Filho.
O diretor geral de Jornalismo da Difusora, Júnior Coelho, também disse que as expectativas são muito boas. E que os primeiros alunos formados irão abastecer o mercado, pois estarão habilitadas e com toda a garra de trabalhar, ou seja, quem sairá ganhando serão os telespectadores, ouvintes e leitores. A tendência da empresa é buscar mais pessoas
graduadas para compor o quadro de funcionários.
Os alunos da UFMA também estão bastante animados com o mercado de trabalho e acreditam que assim que formados logo garantirão emprego na área. E mesmo sem a formação completa alguns alunos já conseguem espaço em algumas emissoras da cidade como é o caso da própria TV Difusora Sul. O estudante de Jornalismo do 5° período, Lierbeth da Silva Sá, que faz parte da primeira turma a ser formada, tem um olhar positivo em relação ao futuro. "O mercado vai ser promissor, precisa ser corretamente explorado e vai ser moldado com a chegada dos novos profissionais da área", disse Lierbeth.
Rodrigo Nascimento Reis, estudante do 4° período, disse que tem trabalhado nesta área na cidade e que as portas estão se abrindo. Ele já trabalhou em três empresas de comunicação, mas no momento está se dedicando mais a grupos de pesquisas.
A nova realidade jornalística em Imperatriz já mostra seus primeiros sinais, pois com os futuros jornalistas a tendência é melhorar a qualidade dos jornais locais. O historiador, escritor e jornalista, Adalberto Franklin, destacou que "A formação acadêmica tem um peso muito grande, pela profundidade daquele que se especializa na área. Nesse sentido o jornalismo carece de um aspecto cientifico que é o conhecimento das diversas áreas como as ciências políticas, sociológicas e filosófica. De tudo isso o jornalista tem que estar sabendo e ele também tem de ter conhecimento da realidade atual". (Vídeo à direita).
As primeiras turmas serão formadas em 2010 e o mercado de trabalho já está à espera desses profissionais capacitados para atuarem em suas empresas. E esses terão em mãos a responsabilidade de colocar em prática o que aprenderam na academia e desta forma informar a sociedade com qualidade.
O gráfico aposentado José Matos Vieira, fundador do Jornal O Progresso, também comunga do pensamento de Adalberto Franklin. Com a experiência de quem fundou o primeiro jornal da cidade em atividade até agora, ele afirmou que muitos dos profissionais não precisaram de formação superior, mas acredita também que o mercado de trabalho na área de comunicação passará por muitas transformações para melhor a partir de 2010.
Repórteres: Dailane Santana e Paula Lima
Pauta e edição: João Rodrigues
Interação São Luis e Imperatriz : Suas vantagens
Por Jornalismo III às 10:22 Marcadores: Entrevista 27 de nov. de 2008Sabe-se que o cenário acadêmico que corresponde a Imperatriz e São Luís está em constante interação possibilitando a realização de vários eventos em nossa área, que só vem a melhorar a formação dos participantes do evento e também dos acadêmicos. Para melhor entender esta interligação e onde ela nos ajuda em nossos eventos no campus II, conversamos com Roseane Arcanjo Pinheiro, professora do curso e integrante do Intercom. Roseane nos fala sobre o II simpósio de comunicação que está sendo organizado pela mesma, sobre as dificuldades encontradas entre outros temas. Perguntamos como ela vê a implantação do curso de comunicação social na cidade de Imperatriz, a mesma afirma que:
"A fundação do curso de Jornalismo pela Universidade Federal do Maranhão atendeu as demandas da comunidade. Toda vez que a instituição implanta um curso são realizadas audiências públicas com segmentos sociais para que sejam identificadas as necessidades em relação ao ensino superior. O curso de Jornalismo foi uma das solicitações dessas audiências. Acredito que o curso fortalecerá a imprensa de Imperatriz e vai inaugurar novas oportunidades de trabalho na área da comunicação em toda a região. Atualmente a qualificação é uma exigência do mundo do trabalho e a cidade de Imperatriz é um pólo universitário com sete instituições de ensino superior, que representam uma nova fase para desenvolvimento social e econômico da cidade”.
Quando questionada sobre a interação entre os cursos de comunicação da UFMA de São Luis com Imperatriz ela responde voltando-se para o fato de que é um curso novo e que tem se mantido contato com os colegas do curso de Jornalismo de São Luís, que tem 40 anos. "Essa interação é necessária e deve ser incentivada para que possamos trocar experiências, oferecer cursos, fazer pesquisas conjuntas, concretizar ações na área de extensão visando a comunidade. Já temos frutos desse bom relacionamento: o prof. Marcos Fábio Belo Matos, do curso de Jornalismo de Imperatriz, e o professor Francisco Gonçalves, do curso de Jornalismo de São Luís, vão lançar mais um livro juntos. Será uma coletânea de artigos da área da comunicação. Em 2009, faremos novos projetos juntos. Por exemplo, a organização do Encontro Nacional dos Pesquisadores em Jornalismo, em 2010, no Maranhão. Será um evento que terá a colaboração de professores de São Luís e Imperatriz dos cursos de Jornalismo. É um intercâmbio necessário para a visibilidade dos cursos e o engrandecimento das atividades do curso de Comunicação na UFMA”.
Ao ser questionada sobre as dificuldades encontradas para a realização do II Simpósio de comunicação, a professora ressalta o fato de que todo evento esbarra em dificuldades, principalmente financeiras, mas foi possível superá-las e organizar um bom evento.
“A UFMA entra com uma parte das verbas, mas temos que captar recursos junto à iniciativa privada, o que conseguimos. Temos o apoio da Vale, da Ética Editora, do Comercial Vila Nova e da FAPEMA. Os colegas de São Luís nos apóiam com a divulgação junto a toda comunidade acadêmica e com a troca de informações. Temos uma parceria com a Assessoria de comunicação da instituição que está veiculando toda as informações do evento.
São aguardados cerca de 300 participantes: alunos de Comunicação, História, Letras, Direito, além professores, profissionais e toda a sociedade. Neste ano, vamos dedicar a tarde do dia 5/12 para a apresentação de trabalhos científicos e teremos uma exposição com trabalhos dos alunos do 3º período sobre a trajetória da mídia em Imperatriz. O tema do simpósio é Jornalismo e Memória, pois este ano é o marco do Bicentenário da Imprensa, e vamos debater sobre os novos caminhos do jornalismo em nosso país.”
Roseane fala ainda isoladamente sobre como é organizar um evento como Intercom Nordeste, e qual sua contribuição para a formação dos profissionais da área da comunicação.
“O congresso anual da Sociedade Brasileira de Estudos Interdisciplinares da Comunicação, o Intercom, é um momento muito rico, com acesso a todas as pesquisas recentes na área da comunicação, além do contato com estudantes, professores e profissionais do mercado de trabalho.” O evento reúne em média 3 mil pessoas e representa o mais importante fórum das ciências da comunicação no país. Há apresentação de pesquisas, lançamentos de livros, troca de idéias e premiações. Recomendo que todos os alunos possam participar tanto da edição regional do Intercom Nordeste, que em 2009 será em Teresina em maio, e da edição nacional, que acontecerá em setembro do ano que vem em Curitiba. É uma experiência positiva tanto para os que desejam seguir a carreiras acadêmica, quanto inovar no mercado de trabalho e ampliar sua rede de contatos em todo o país.
Para os estudantes há dois espaços importantes no Intercom: o Expocom, a exposição de produtos midiáticos, tais como blogs, livros-reportagens, jornais, sites, revistas etc. É o momento da inovação em relação à prática profissional. Já vi trabalhos ousados e muito criativos e que foram premiados. Os melhores recebem um prêmio na edição nacional. Há muita torcida e entusiasmo por parte dos estudantes. O curso de Comunicação da UFMA já ganhou vários prêmios no Expocom nacional, o que mostra o bom nível dos trabalhos realizados na universidade.
Para os alunos que desejam expor pesquisas científicas, há o Iniciacom, onde estudantes de todo o país compartilham suas pesquisas. Dessa forma, os discentes estão colaborando com a produção científica na área a Comunicação ao estudarem os fenômenos comunicacionais. Além disso, vislumbram a carreira acadêmica, hoje um espaço de atuação importante no mercado tanto em universidades públicas quanto privadas.”
Imprensa do Brasil, uma pequena apresentação de uma das edições especiais da revista da FENAJ
Por Jornalismo III às 08:59 Marcadores: Opinativo, ResenhaA FENAJ (Federação Nacional dos Jornalistas), em maio de 1998, lançou uma revista comemorativa no XXIII Congresso Mundial dos Jornalistas, no Brasil, quando na ocasião o país completara 190 anos de imprensa. A revista, intitulada "A Imprensa do Brasil", relata desde a chegada de D. João com a família real até a construção dos impérios de comunicação, desenvolvidos durante o governo Fernando Henrique Cardoso. São ressaltados fatos marcantes que contribuíram para a construção da história do país e da imprensa brasileira.
Para começar é apresentado como surgiu o primeiro jornal brasileiro, O Correio Brasiliense, que começou publicando notícias sobre as embarcações que chegavam no porto da Bahia vindos da Europa. Assim, surgia as primeiras informações de caráter de utilidade pública no Brasil, mas também trazia notícias de cunho político que desde o início, pelo que foi observado, é a principal característica do jornalismo brasileiro: a denúncia. Contudo, só em 1808 nascia oficialmente o primeiro jornal do poder dominante, expressão usada pela revista A gazeta do Rio de Janeiro.
Porém, os tempos passaram e uma nova forma de governo se aproximava e trazia consigo tempos de censura e repressão, a Ditadura Militar. A revista relata um pouco da história da mídia com o objetivo de resgatar a memória dos meios de comunicação. Mostra o império que foi construído por Chateaubriand tanto no jornal impresso quanto no rádio e na televisão; aborda o poder que a imprensa tem nas mãos, de influenciar o público ao qual cada veículo se destine, como foi o caso do impeachment do ex-presidente da República, Fernando Collor de Mello, em 29 de dezembro de 1992 — o evento mostrou que foi a imprensa quem, indireta, mas poderosamente, tirou do governo o homem que ela mesma colocou; salienta de maneira singular e objetiva os maiores acontecimentos da imprensa no Brasil; os artigos são dos próprios jornalistas e não fazem apelo a nenhum jornal, rádio ou emissora de televisão; procura provar que não há nação democrática, sem haver também democracia na maneira como essa nação se comunica.
Finalizando, a FENAJ fez uma bonita homenagem, além de importante registro, para a história da imprensa e àqueles que fizeram parte desta. A revista deixa claro que em toda a sociedade, é através da imprensa, e de muito suor e sangue derramado, que se conquista a tão sofrida, porém necessária, liberdade de expressão. Por último, a revista revela à população a importância da profissão jornalística e como foi a luta pela democratização dos meios de comunicação no país, embora ainda falte um caminho doloroso a se percorrer, afinal, a imprensa, até hoje, se concentra nas mãos de poucos.
Repórter: Ângela Barros
Pauta: Karine Duarte
Editora: Alanna Ferreira
Ufma realiza II Simpósio de Comunicação Social
Por Jornalismo III às 11:41 Marcadores: Matéria, Utilitário 26 de nov. de 2008Ansiedade, curiosidade, expectativa, esses são os sentimentos de André Costa Mathias, aluno do primeiro período de jornalismo da Ufma de Imperatriz. O acadêmico participará pela primeira vez do Simpósio de Comunicação Social. Este ano o evento acontecerá nos dias 3, 4 e 5 de dezembro no auditório da Ufma e tem como tema “Jornalismo e Memória”, em homenagem aos duzentos anos da imprensa brasileira, comemorado pela passagem dos dois séculos de fundação do primeiro jornal do Brasil, Correio Braziliense, em 1 de junho de 1808.
Segundo os organizadores, o objetivo do evento é debater a historia dos meios de comunicação no Maranhão e na Região Tocantina. “Reunir profissionais, estudantes, pesquisadores para debater a importância do jornalismo na contemporaneidade a partir da compreensão da trajetória histórica desta profissão e seu saber e prática específicas” disse Roseane Arcanjo, uma das coordenadoras.
Como inscrever-se? As inscrições encontram-se abertas e vão até dia 03 de dezembro. Devem ser feitas no Centro Acadêmico de Jornalismo ao lado da cantina, no valor de dez reais (cinco reais para o simpósio e cinco para o mini-curso) para estudantes da Ufma. Profissionais e demais interessados pagam vinte reais (dez reais para o simpósio e dez reais para o mini-curso).
A programação contará com os mini-cursos de Telejornalismo, Webjornalismo, Cerimonial e Criatividade e Comunicação Organizacional, além de mesas-redondas, palestras e exposição de trabalhos.
André ressalta a importância da participação dos acadêmicos com apresentações de trabalhos científicos: “Um dos objetivos da ciência não é apenas fazer descobertas, mas divulgá-las” disse Mathias.
O prazo para o envio de pesquisas encerra-se dia 30 de novembro.
A organização do simpósio estima que sejam inscritos trezentos participantes e cinqüenta trabalhos científicos.
Repórteres: Kalyne Figueiredo, Wabner Figueiredo, Marta Nunes
Pauta: Janaina Amorim
Editora: Dilmara Tavares