Com o tema “Trajetória da Mídia na Região Tocantina”, a mesa redonda do II Simpósio de Comunicação Social da Ufma (Universidade Federal do Maranhão), realizou na noite de quinta-feira (04), um debate para traçar um novo perfil midiático para a cidade de Imperatriz ocorrido no auditório da OAB (Ordem dos Advogados do Brasil).
Cinco palestrantes foram convidados, mas apenas um compareceu: Edmilson Sanchez (jornalista), os diretores da TV Mirante e Difusora mandaram os respectivos funcionários em seu lugar; Gil Santos (repórter) e Josafá Ramalho (apresentador do Jornal da Difusora). Os radialistas Aldeman Costa e Marcelo Rodrigues não deram sinal de vida.
Imperatriz é conhecida como a cidade da pistolagem, estampada nas manchetes dos jornais locais e região. Os participantes presentes da mesa, assumiram ter uma grande parcela de culpa por esta, até então conhecida, Imperatriz. Apesar de ajudarem na construção de uma cidade violenta e sanguinária, os profissionais da área esquecem de olhá-la de um outro ângulo. Acolhedora e cheia de uma cultura peculiar com artistas da terra, Imperatriz é conhecida por sua famosa panelada que já virou um prato típico adotado pelos imperatrizenses. A cidade serve de suporte para os estados do Pará, Maranhão e Tocantins alavancando ainda mais a economia da cidade e mesmo assim, as empresas midiáticas a alimentam com sangue e violência.
Os palestrantes concordaram que precisam traçar um novo perfil da cidade, mas para isso além de quebrarem inúmeras barreiras precisarão da ajuda dos futuros jornalistas da Ufma. O debate seguia com as suas questões sérias e polêmicas até que chegou a ponto de comédia. O professor doutor da Ufma Gilbert Angerami é atacado por um pernilongo de raça, e ao tentar matar o inseto fez um estalo altíssimo com as mãos, todos o olharam e a turma toda riu, inclusive os convidados.
Comédia mesmo aconteceu durante a palestra realizada no dia anterior na OAB. O “jornalista” Alberto Sousa (apresentador do programa Aqui Agora da TV Difusora), pede o microfone e diz não acreditar que o futuro corpo de jornalistas da Ufma mudará o quadro atual do perfil de Imperatriz, pelo menos não nesses vinte anos.
A imprensa local, de uma forma geral terá um papel muito difícil: mudar o quadro da pistolagem e da barbárie que está impregnada ao nome da cidade, tarefa que cabe ainda às novas turmas que surgirão da Ufma.
Pauta, produção e edição: Kalyne Cunha
Um novo perfil midiático para Imperatriz
Por Jornalismo III às 14:16 Marcadores: Artigo, Opinativo 8 de dez. de 2008
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2 comentários:
Parabéns, mas vocês precisam ter cuidado com a temporalidade e verdade. Misturaram informações do Alberto de Souza (que foi na quarta-feira) com as da mesa de quinta-feira. Fala sério!!!
Prof. DSc Gilbert Angerami
Cuidado também com o fato de estarem se intitulando os "salvadores" de Imperatriz.
Da forma como o texto expressa um pensamento, até parece que o pessoal da UFMA vai fazer milagre após ter um diploma na mão!!!
Também percebo em alguns textos, uma forte descriminação com quem não diploma!!! Isso é ruin!!! Começam mal!!!
Ah... Desculpem, Nem começaram ainda!!!
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